domingo, junho 13, 2010

Tudo que eu queria...

Re-post.... o texto é antigo, mas a essência continua a mesma...
Acho que está até um pouco pior, porque agora nem dinheiro para ir para a academia eu tenho :-/
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Vitrine de uma loja de roupas na Rua das Pedras - Búzios - Rio de Janeiro
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Não sei porque a gente faz isso... Trabalhar, trabalhar e trabalhar...
A gente se estressa, fica cansado e doente... E tudo isso pra quê? Qual o objetivo de todo esse esforço? Ficamos trabalhando milhões de horas por dia e passamos mais tempo no ambiente de trabalho do que com nossas famílias e amigos. Quase não encontro mais com algumas pessoas por conta dessa maldita falta de tempo e desencontro de horários...
Além disso, temos que engolir sapos que não queremos, temos que conviver com situações e pessoas chatas... E aí eu pergunto novamente: por quê? Se nem conseguimos tirar férias e aproveitar tudo que temos de legal pra fazer... Nem ganho dinheiro suficiente pra fazer as coisas que gostaria ...

Tempos modernos são assim... falo pelo chat com um colega de trabalho que senta a duas mesas de distância de mim, visito as páginas de vocês mas nem os conheço pessoalmente, mal consigo sair da cama para ir para a academia de manhã cedo, e não consigo tirar férias...

Às vezes fico pensando se não seria melhor eu ter vivido no início do século XX, onde a única preocupação das mulheres era fazer crochê...

quarta-feira, maio 19, 2010

Para o homem da minha vida...

Hoje as homenagens são todas para ele.

Apesar de saber que ele não vai ver isso aqui, resolvi postar como uma forma de agradecimento.

Meu pai tem uma história igual à de muitos brasileiros, pelo menos, o começo dela. Nascido em uma família imensa e pobre do interior da Paraíba, sempre teve em mente que "aquela realidade" não era pra ele.

Mesmo com todas as adversidades e dificuldades pelo qual passou, sempre buscou melhorar de vida e dar um futuro melhor para si, para os pais e depois para nós, os filhos.

Meu pai sempre foi, é e sempre vai ser meu maior exemplo de determinação, força de vontade, perseverança e principalmente honestidade e caráter.

Tudo o que sou hoje, minha personalidade, minha educação e os valores que carrego comigo, devo a ele.

Ainda que ele nunca tenha tido a oportunidade de ter uma educação formal, digo, frequentar escolas e cursos, meu pai é um grande sábio.

Aprendeu tudo que sabe na escola da vida, mas teve o discernimento de guardar somente as boas lições e se manter íntegro e no caminho do bem.

E mesmo não sendo uma pessoa religiosa, agradeço sempre por ter sido escolhida para ganhar de presente uma pessoa tão bacana para ser meu pai e por ele ainda estar vivo e perto de mim.

E hoje, como é aniversário dele, vou pedir para o "Moço lá de cima", ou seja lá quem for o responsável por nos manter aqui, que o dê ainda muitos anos de vida, com muita saúde. Ainda tenho muito que aprender com essa pessoa iluminada e especial que é o meu pai.

E ainda que eu já esteja bem crescidinha, continuo achando que é meu super herói favorito :-)

Paizinho, parabéns muitas felicidades e muita saúde para ultrapassar toda essa fase de preocupação e estresse que ainda fazemos o sr. passar. Mas tenho certeza que ainda nos verá felizes e bem.

Te amo muito.

[já havia postado no ano passado, mas ele merece o repost muitas outras vezes :-)]

segunda-feira, maio 03, 2010

Os confusos e estranhos ciclos da vida....


Os confusos ciclos da vida....(Costa Azul - Rio das Ostras)
Originally uploaded by Casa da Martinha
Não sei porque acontece isso, mas parece que a vida o tempo inteiro está nos testando.

Quando eu acho que estou conseguindo me livrar de uma nuvem negra, outra já chega.

Há nove anos, comecei a trabalhar numa empresa e como eu fui parar num departamento novo, tinha que começar tudo do zero.

Nessa epóca eu trabalhava numa rede de varejo do Rio e começar tudo incluia mexer em várias caixas poeirentas, ir para o depósito ou passar o dia nas lojas. Tudo isso para começar a preparar os descritivos dos produtos, que até então, não existiam.

Foi um grande aprendizado naquela época.

Depois disso, algumas coisas mudaram.

Mas estranhamente, depois de todo esse tempo, me vejo fazendo as mesmas coisas, as mesmas tarefas, as mesmas caixas cheias de poeira e o pior de tudo: o mesmo salário.

Tudo isso porque não tenho dinheiro nem para um picolé na padaria e para tentar me livrar de uma história familiar furada que me meti nos últimos 3 anos.

Minha amiga disse que estou andando algumas casinhas do jogo para trás agora, mas logo, logo, andarei muitas para frente.

Espero que ela tenha razão e que eu consiga sair dessa total inércia que a minha vida se encontra.

Sinceramente ainda não consegui entender porque de todas essas voltas sem sair do lugar.

terça-feira, abril 06, 2010

Chove chuva, chove sem parar...


Desde ontem, chove sem parar no Rio de Janeiro. Mais de 24 horas embaixo de chuva e caos na cidade. Foram vários deslizamentos, pessoas desabrigadas e muitas mortes.

Por todos os lados o que se via era muita água, lama e congestionamentos horríveis.

Fiquei presa na Av. Brasil, uma das principais vias de acesso para quem chega ou sai do Rio de Janeiro. Foram mais 5 horas, com a via totalmente parada e cheia de água nas quatro pistas.

Senti um medo danado quando comecei a ver água entrando no meu carro. Felizmente consegui chegar até um pedaço da calçada e ai só entrou água num lado.

Além do medo de morrer afogada dentro do próprio carro, logo eu, uma pessoa que nadou por mais de dez anos, um medo maior ainda de que algum arrastão se formasse por ali.

Depois de mais de 7 horas de alagamentos, congestionamentos e nervosismo tentando todos os caminhos da cidade, passando da zona norte a zona sul e zona norte de novo, 3 tentativas frustradas de paradas em hotéis e motéis para fugir do caos, finalmente consegui chegar sã e salva em casa.

Mais 40 minutos tirando água de dentro do meu carrinho e finalmente lar doce lar. Nada como chegar em casa depois de uma aventura dessa... Ainda bem que o Floquinho, meu super carro, resistiu bravamente a milhares litros de água...

sábado, março 20, 2010

Rio de Janeiro: um verdadeiro caso de amor

 

 


Durante os quase três anos em que morei fora da cidade, ficava contando os dias para vir aqui, mesmo que fosse para resolver problemas do trabalho e sempre correndo.

Mas todas as vezes que vinha, abria um mega sorriso quando chegava na Ponte Rio-Niterói.

Nesse tempo, não tive nenhum final de semana livre, nem férias, nem feriado. Nada de divertimento. Só trabalho e muito estresse.

Quando eu resolvi voltar para o Rio, no meu primeiro final de semana sem trabalho, fui fazer uma trilha até o primeiro morro do Pão-de-Açucar. Quando cheguei lá, mal cabia em mim mesma, de tanta felicidade. Cheguei lá em cima com a lingua arrastando no chão de tão cansada, mas o sentimento de liberdade e felicidade superava todo o esforço e cansaço. Ver a cidade Maravilhosa aos meus pés, com toda a sua beleza, era como acordar de um pesadelo ruim. Não sei explicar o que senti.Parecia uma criança quando ganha um brinquedo novo.

Mesmo com todos os problemas que temos aqui, e que não são poucos, a cidade é demais. É sempre ótimo dar um mergulho no mar, pedalar na praia, tomar um café da manhã no Parque Lage, respirar o ar do Jardim Botânico, tomar uma ducha geladinha nas Paineiras... As opções de passeios gratuitos ou quase de graça, são muitas.

E eu não me canso de admirar cada cantinho. Quando passo em alguns lugares-chave, tipo Aterro do Flamengo, Lagoa, Orla da Zona Sul, etc, sempre agradeço por poder enxergar e viver num lugar com tantas belezas naturais.

O fato é: entre mim e o Rio, existe um enorme caso de amor. Eu amo esse lugar e cada dia que passa, fico mais feliz quando descubro um pedacinho novo para eu admirar.

Por isso, estou sempre com minha máquina fotográfica na bolsa, para registrar todas as maravilhas dessa cidade, que é abençoada por natureza. :-)
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quinta-feira, março 11, 2010

Situação inusitada...

(foto: arquivo/Diário S. Paulo)


Hoje vi uma situação muito inusitada. Aliás, vi a mesma cena por duas vezes no mesmo dia. Se presenciar uma vez já é muito estranho, imagina duas... É quase como ganhar na loteria :-)
Vamos aos fatos. Estava na calçada de uma rua na Tijuca, esperando o sinal fechar para atravessar. Daí a pouco escuto uma sirene: inhôm, inhôm, inhôm... (deve ser essa a onomatopéia :D) Era uma ambulância.
O sinal fechou, mas esperei a ambulância passar para começar a atravessar a rua. E o que eu vejo? A médica que estava no banco da frente lixando as unhas dentro da ambulância...
Andando mais um pouco,vejo um ônibus parado e a tal médica atendendo um passageiro que tinha passado mal.
Peguei meu carro que estava estacionado perto desse local e segui na direção da minha casa, que fica perto do Hospital do Andaraí.
Quando estava chegando, parei num sinal e escuto novamente: inhôm, inhôm, inhôm. Olhei pelo retrovisor para dar passagem para a ambulância e adivinhem? Exatamente a mesma médica lixando as unhas...
Daí fiquei pensando: uma pessoa quase morrendo lá atrás na ambulância e a médica nem aí. Não sei se foi muita sorte ou muito azar ver essa situação tantas vezes, em alguns minutos de intervalo.
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terça-feira, março 09, 2010

Missão: procurar emprego


Há muito tempo não precisava passar por essa missão. Nem me lembrava mais quão chata ela é.

Da última vez que participei desse processo, ainda tinha que comprar vários jornais, ler todos aqueles anúncios publicados nos classificados e escritos com letras quase microscópicas, sair batendo nas portas das empresas com calhamaços de currículos impressos em impressoras matriciais... Tudo bem. Já sei que estou ficando meio velha. Não ligo.

Agora tudo mudou. Conseguimos ver as milhares de ofertas pesquisando em alguns sites na internet, milhares de blogs, twitters e afins.

Bom por um lado e ruim por outro. Ao mesmo tempo que a tecnologia nos trás muitas facilidades, por outro, acabamos nos deparando com empresas não muito idôneas no mercado, ofertas de falsos empregos, enfim.

O problema desses “tempos modernos” é que a gente parece envolvido em uma sopa de letrinhas. São tantas siglas e exigências para as vagas, que temos a sensação que nenhuma delas se adequará ao nosso perfil. São horas e horas de procura, dias seguidos, semanas, as vezes meses conectados a internet e nada...

Apesar de toda essa transformação, uma coisa não mudou daqueles antigos tempos para cá. O fato é que se não temos uma boa rede de relacionamentos, as vagas oferecidas parecem estar há muitos quilômetros de distância de você...

Então, o negócio é tentar manter seus contatos e conhecidos sempre por perto. Você nunca sabe quando vai precisar deles para te dar uma forcinha na missão quase impossível que é procurar emprego.
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quarta-feira, março 03, 2010

Histórias de uma carioca que foi morar numa cidade-roça com projeção internacional – parte I - O Correio

Há três anos me mudei do Rio de Janeiro para trabalhar no restaurante que meus irmãos estavam abrindo nesse lugar.

Deixei todas as correspondências no endereço da minha mãe, no Rio, exceto uma: a conta de celular que estava em meu nome, mas era meu irmão quem usava a linha.

Depois de meses que já estava lá, a conta nunca chegava e então resolvi perguntar para o carteiro que entregava as correspondências no restaurante o que poderia estar acontecendo.

Segue o diálogo entre mim e o carteiro:

Eu: - tudo bem? É você quem entrega as correspondências na área da Baía Formosa? (região onde morava)

Carteiro: - não senhora. Nós não entregamos correspondências lá.

Eu: - como assim não entregam correspondências lá? Você quer dizer que não é você, mas outro carteiro?

Carteiro: - não. Nós não entregamos mesmo. Nós só entregamos cartas e encomendas do pórtico pra cá (referindo-se da entrada da cidade até o centro). Do pórtico pra lá, a gente não entrega.

Eu: - e como eu faço para receber minhas cartas?

Carteiro: - a senhora tem que ir buscar lá no centro de distribuição da Rasa. (isso quer dizer quase 10 km de distância da minha casa....)

Eu: - ah tá. Obrigada. (agradeci sem acreditar que nos dias de hoje os correios ainda não fazem entregas em todos os lugares.)

Me lembrei de uma coisa... Vocês devem estar curiosos para saber o lugar. O nome da cidade é Armação dos Búzios, ou simplesmente Búzios para os mais íntimos. Isso mesmo. É aquela cidade que aparece na novela das 8h...

Conclusão da história: Búzios é quase igual a Favela da Rocinha no quesito correios. A diferença é que lá os carteiros entregam as correspondências num centro comunitário e os próprios moradores se encarregam da distribuição das cartas. Em Búzios, temos que nos deslocar 20 km para ir buscá-las....
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domingo, fevereiro 21, 2010

ReAprendendo a construir as minhas estradas...

Ponte da trilha da cova da onça - Parque Nacional da Tijuca - Rio de Janeiro
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Um dia você aprende.... (William Shakespeare)

Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Vendo a vida pela janela....


Forte São Matheus - Praia do Forte - Cabo Frio - Rio de Janeiro
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A vida está correndo lá fora e eu estou aqui, observando tudo como uma mera espectatora. Parece que está tudo congelado no tempo e no espaço, vendo sempre o mesmo cenário.
O problema é que a vista não está tão bonita quanto essa da janela...
Será que ainda vai demorar para eu conseguir sair e participar de tudo ao invés de ficar só assistindo?

terça-feira, fevereiro 16, 2010

Quem tem medo do blog?


Acho que eu mesma até agora :-/

Na verdade, medo não é bem a palavra. Talvez receio seja melhor.

Sempre achei que essas páginas de relacionamentos e blogs expõem muito a vida de seus donos. Mas como isso depende do que cada um posta e acha legal mostrar, resolvi criar esse aqui.

E como não posso ficar de fora do espaço cibernético, até mesmo por questões profissionais, minha casinha vai estar de portas sempre abertas para quem quiser visitar :-)

Vou tentar mostar coisas legais, textos mostrando minhas experiências ou as minhas viagens criativas. Também vou mostrar algumas fotos de passeios e lugares por onde ando.

Espero que gostem :-)